Quem o fizer agora já pode descansar em casa ...
"De acordo com o novo decreto-lei do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, publicado em Diário da República, ... o subsídio de maternidade será pago à mãe no parto de nados-vivos ou mortos, aborto espontâneo e interrupção voluntária da gravidez", e interrupção voluntária da gravidez ???"
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=99268
Onde este país chegou !!
Onde a taxa de natalidade, segundo as estatísticas, este ano, pela 1.a vez em Portugal, foi ultrapassada pela taxa de mortalidade.
Com os gravíssimos problemas económicos e outros que isso pode acarretar.....
segunda-feira, 30 de junho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
Os Portugueses vão pagar as dívidas dos gestores da EDP
PARA VOSSO CONHECIMENTO
E QUE FAZER! JÁ!
Segundo foi anúncia no Jornal do Cidadão, há planos que pretendem pôr os cidadãos comuns, bons e regulares pagadores, apagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP, num total de
12 milhões de euros e, para o efeito, a entidade reguladora está afazer uma consulta pública que encerra dia 07 de Julho. Em função dos resultados desta consulta será tomada uma decisão. Esta consulta não está a ser devidamente divulgada nem foi publicitada pela EDP, pelo menos que se saiba.
A DECO tem protestado, mas o processo é irreversível e o resultado desta consulta irá definir se a dívida é ou não paga pelos clientes da EDP.
A DECO teme que este procedimento pegue e se estenda a todos os domínios da actividade económica e a outras empresas de fornecimento de serviços (EPAL, supermercados, etc.). Há que agir rapidamente.
Basta enviar um e-mail com a nossa opinião, o que também pode ser feito por fax ou carta.
Abaixo envio-vos um exemplo de e-mail a utilizar:
"Exmos Senhores,
Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a Vossas Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à "proposta" - que considero absolutamente inaceitavel - de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.
Com os melhores cumprimentos, ___"
ATENÇÃO, O ENDEREÇO DO MAIL PARA ONDE DEVE ENVIAR O PROTESTO É O SEGUINTE:
consultapublica@erse.pt
E QUE FAZER! JÁ!
Segundo foi anúncia no Jornal do Cidadão, há planos que pretendem pôr os cidadãos comuns, bons e regulares pagadores, apagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP, num total de
12 milhões de euros e, para o efeito, a entidade reguladora está afazer uma consulta pública que encerra dia 07 de Julho. Em função dos resultados desta consulta será tomada uma decisão. Esta consulta não está a ser devidamente divulgada nem foi publicitada pela EDP, pelo menos que se saiba.
A DECO tem protestado, mas o processo é irreversível e o resultado desta consulta irá definir se a dívida é ou não paga pelos clientes da EDP.
A DECO teme que este procedimento pegue e se estenda a todos os domínios da actividade económica e a outras empresas de fornecimento de serviços (EPAL, supermercados, etc.). Há que agir rapidamente.
Basta enviar um e-mail com a nossa opinião, o que também pode ser feito por fax ou carta.
Abaixo envio-vos um exemplo de e-mail a utilizar:
"Exmos Senhores,
Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a Vossas Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à "proposta" - que considero absolutamente inaceitavel - de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.
Com os melhores cumprimentos, ___"
ATENÇÃO, O ENDEREÇO DO MAIL PARA ONDE DEVE ENVIAR O PROTESTO É O SEGUINTE:
consultapublica@erse.pt
sexta-feira, 20 de junho de 2008
A Imagem do português (de hoje) para o Mundo

Nisto Somos Bons!
Vamos continuar assim?
A só ligar para ao futebola?
A aplaudir quem não nos que dar educação condigna para vencer as
verdadeiras dificuldade da vida?
http://mail.google.com/mail/?ui=1&realattid=0.1&attid=0.1&disp=emb&view=att&th=11aa65c67bd22a0c......................................
Irlanda - Uma Vitória dos Cidadões Europeus contra o Federalismo
Artigo do Deputado do Partido da Terra,
Pedro Quartim Graça
A vitória do "Não" na Irlanda foi o fim do Tratado de Lisboa por muito que isso custe aos seus mentores, entre os quais Barroso e Sócrates.
Foi, ainda e de forma clara, uma derrota pessoal para o Primeiro-Ministro português que nele apostou uma boa parte das suas energias.
Mas foi, sobretudo, uma vitória da liberdade contra todos aqueles que querem impor aos cidadãos europeus projectos pré-construídos e com um claro afastamento daquelas que são as preocupações das populações do Velho Continente.
Foi por fim, e em suma, uma derrota do Directório composto por França e Alemanha que, teimosamente, e ao longo dos últimos anos tentaram impor um modelo federal encapotado, de forma não democrática, a todos os europeus.
Recordo, a este propósito, a declaração de voto que, em 23 de Abril passado fiz a propósito da aprovação do Tratado de Lisboa no Plenário da Assembleia da República.
As citações de vários altos responsáveis europeus que transcrevo (ver blog acima referenciado) espelham bem a realidade inerente à aprovação do Tratado de Lisboa: um Tratado que nasceu de uma metamorfose do rejeitado projecto de Constituição; um Tratado que, no fundo, procura esconder o enorme défice democrático que condicionou, desde o primeiro dia, a sua aprovação:
São sete as razões que me levam a rejeitar e a votar naturalmente contra a aprovação na Assembleia da República do Tratado de Lisboa.
Em 1.º lugar temos o enorme défice democrático na aprovação do Tratado, fruto de o mesmo não ter sido objecto de qualquer referendo como defendemos ser necessário no passado.
Em 2.º lugar, trata-se de um texto confuso e ilegível, em que as novas disposições foram dispersas por todos os antigos Tratados, sob forma de emendas, numa técnica que, uma vez mais, impede a correcta percepção por parte dos povos da Europa das leis fundamentais que os irão (eventualmente) reger.
Em 3.º lugar, é um Tratado potenciador da criação (uma vez mais sem consulta às populações) de um super Estado europeu, de características federais, projecto este que tem vindo a ser sucessivamente derrotado ao longo da História e que agora surge, de novo, de forma encapotada.
Em 4.º lugar, é um Tratado com uma inapropriada centralização de poderes, em detrimento dos poderes dos Estados-membros, e que não lhes dá margem a qualquer possibilidade, de no futuro, restaurarem as suas competências individuais, se então o entenderem como desejável, centralização esta que se concretiza através da figura do Presidente da União Europeia, com prejuízo das presidências rotativas até agora existentes.
Em 5.º lugar, assistimos à perda de um comissário por Estado já que apenas 2/3 dos Estados passam a ser representados.
Em 6.º lugar, que não menos importante, existe uma real perda do peso de Portugal, do seu poder institucional, nomeadamente no Conselho, devido à alteração de equilíbrios dentro da instituição a favor dos Estados mais populosos prevista no Tratado de Lisboa. Na verdade, Portugal passará de 3,74% para 2,14%, alterando-se assim os equilíbrios depoder no seio da União, em favor dos Estados mais populosos.
Em 7.º lugar, a perda importantíssima que representa para Portugal a passagem da «gestão» que até agora exercia da sua zona marítima exclusiva para a competência da União Europeia, situação esta que, na prática, nos trará os maiores prejuízos naquela que é a nossa única riqueza da actualidade: o mar.
São assim sete, e muito importantes, as razões que nos levam a rejeitar o Tratado de Lisboa, não porque sejamos contra a Europa mas, sim, porque desejamos que a Europa a construir seja uma Europa democrática, verdadeiramente representativa das populações que a compõem e em que estas se revejam nos seus líderes.
A tudo isto o Tratado de Lisboa não dá resposta. Uma vez mais estamos a construir uma Europa de costas viradas para os cidadãos europeus.
Até quando e com que consequências?"
Pedro Quartin Graça
Pedro Quartim Graça
A vitória do "Não" na Irlanda foi o fim do Tratado de Lisboa por muito que isso custe aos seus mentores, entre os quais Barroso e Sócrates.
Foi, ainda e de forma clara, uma derrota pessoal para o Primeiro-Ministro português que nele apostou uma boa parte das suas energias.
Mas foi, sobretudo, uma vitória da liberdade contra todos aqueles que querem impor aos cidadãos europeus projectos pré-construídos e com um claro afastamento daquelas que são as preocupações das populações do Velho Continente.
Foi por fim, e em suma, uma derrota do Directório composto por França e Alemanha que, teimosamente, e ao longo dos últimos anos tentaram impor um modelo federal encapotado, de forma não democrática, a todos os europeus.
Recordo, a este propósito, a declaração de voto que, em 23 de Abril passado fiz a propósito da aprovação do Tratado de Lisboa no Plenário da Assembleia da República.
As citações de vários altos responsáveis europeus que transcrevo (ver blog acima referenciado) espelham bem a realidade inerente à aprovação do Tratado de Lisboa: um Tratado que nasceu de uma metamorfose do rejeitado projecto de Constituição; um Tratado que, no fundo, procura esconder o enorme défice democrático que condicionou, desde o primeiro dia, a sua aprovação:
São sete as razões que me levam a rejeitar e a votar naturalmente contra a aprovação na Assembleia da República do Tratado de Lisboa.
Em 1.º lugar temos o enorme défice democrático na aprovação do Tratado, fruto de o mesmo não ter sido objecto de qualquer referendo como defendemos ser necessário no passado.
Em 2.º lugar, trata-se de um texto confuso e ilegível, em que as novas disposições foram dispersas por todos os antigos Tratados, sob forma de emendas, numa técnica que, uma vez mais, impede a correcta percepção por parte dos povos da Europa das leis fundamentais que os irão (eventualmente) reger.
Em 3.º lugar, é um Tratado potenciador da criação (uma vez mais sem consulta às populações) de um super Estado europeu, de características federais, projecto este que tem vindo a ser sucessivamente derrotado ao longo da História e que agora surge, de novo, de forma encapotada.
Em 4.º lugar, é um Tratado com uma inapropriada centralização de poderes, em detrimento dos poderes dos Estados-membros, e que não lhes dá margem a qualquer possibilidade, de no futuro, restaurarem as suas competências individuais, se então o entenderem como desejável, centralização esta que se concretiza através da figura do Presidente da União Europeia, com prejuízo das presidências rotativas até agora existentes.
Em 5.º lugar, assistimos à perda de um comissário por Estado já que apenas 2/3 dos Estados passam a ser representados.
Em 6.º lugar, que não menos importante, existe uma real perda do peso de Portugal, do seu poder institucional, nomeadamente no Conselho, devido à alteração de equilíbrios dentro da instituição a favor dos Estados mais populosos prevista no Tratado de Lisboa. Na verdade, Portugal passará de 3,74% para 2,14%, alterando-se assim os equilíbrios depoder no seio da União, em favor dos Estados mais populosos.
Em 7.º lugar, a perda importantíssima que representa para Portugal a passagem da «gestão» que até agora exercia da sua zona marítima exclusiva para a competência da União Europeia, situação esta que, na prática, nos trará os maiores prejuízos naquela que é a nossa única riqueza da actualidade: o mar.
São assim sete, e muito importantes, as razões que nos levam a rejeitar o Tratado de Lisboa, não porque sejamos contra a Europa mas, sim, porque desejamos que a Europa a construir seja uma Europa democrática, verdadeiramente representativa das populações que a compõem e em que estas se revejam nos seus líderes.
A tudo isto o Tratado de Lisboa não dá resposta. Uma vez mais estamos a construir uma Europa de costas viradas para os cidadãos europeus.
Até quando e com que consequências?"
Pedro Quartin Graça
Agora gasóleo mais barato. Para Yates e Barcos de Recreio.
Todos os portugueses são iguais perante a Lei de ajudas.... LOL
Os que têm embarcações de
recreio que através do Artº 29 do Cap. II da Portaria 117-A de
8 de Fevereiro de 2008, beneficiam
de gasóleo ao preço 0,80€ que é o que pagam os
armadores e os pescadores.
É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham
carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros
e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é
justo, porque estes não têm culpa que os
trabalhadores não comprem iates!!!
E esta hemmmm!...
Os que têm embarcações de
recreio que através do Artº 29 do Cap. II da Portaria 117-A de
8 de Fevereiro de 2008, beneficiam
de gasóleo ao preço 0,80€ que é o que pagam os
armadores e os pescadores.
É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham
carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros
e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é
justo, porque estes não têm culpa que os
trabalhadores não comprem iates!!!
E esta hemmmm!...
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Abate de Actividade Alimentar Tradicional - Lowfood e a CEE
Legitima Indignação de todos os Patriotas Europeus.
Jornal Expresso - 29.03.2008
Entrevista a Carlo Petrini fundador do Slow Food, movimento mundial.

Contacto: Slow Food (Portugal) - slowfood@netvisao.pt
-----------
Jornal Expresso - 29.03.2008
Entrevista a Carlo Petrini fundador do Slow Food, movimento mundial.


Contacto: Slow Food (Portugal) - slowfood@netvisao.pt
-----------
Vamos todos ajudá-los a pagar as contas, deles.
Viva a CEE!
Viva a Nossa Governação tão bem feitora.
Temos todos temos de ajudar a pagar as suas despesas.
Coitados...
"Os ministros do Trabalho da União Europeia aprovaram ontem a Directiva do Tempo de Trabalho, a qual estipula a possibilidade de ser prolongar a semana de trabalho das actuais 48 horas até às 65 horas, se assim o entenderem o funcionário e a empresa."
Fonte: Portal do CIdadão com Portal da União Europeia
http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/noticias/06_2008/NEWS_ue+prolonga+semana+de+trabalho+at++233++65+horas.htm
Qual vai ser a empresa que não quer?
E assim vamos ter mais emprego para todos. Lol.
Será que nós, o Povo, que somos os patrões do Governo, vamos pedir tb mais horas de trabaho aos políticos?
Viva a Nossa Governação tão bem feitora.
Temos todos temos de ajudar a pagar as suas despesas.
Coitados...
"Os ministros do Trabalho da União Europeia aprovaram ontem a Directiva do Tempo de Trabalho, a qual estipula a possibilidade de ser prolongar a semana de trabalho das actuais 48 horas até às 65 horas, se assim o entenderem o funcionário e a empresa."
Fonte: Portal do CIdadão com Portal da União Europeia
http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/noticias/06_2008/NEWS_ue+prolonga+semana+de+trabalho+at++233++65+horas.htm
Qual vai ser a empresa que não quer?
E assim vamos ter mais emprego para todos. Lol.
Será que nós, o Povo, que somos os patrões do Governo, vamos pedir tb mais horas de trabaho aos políticos?
segunda-feira, 16 de junho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008
Cobrança suplementar da EDP aos Portugueses por incompetencia
Clientes vão pagar dívidas incobráveis.
http://dn.sapo.pt/2008/06/15/economia/clientes_pagar_dividas_incobraveis.html
Diário de NotíciasANA SUSPIRO
15.06.08
Electricidade. Até agora, EDP tinha de assumir a totalidade dos custos com as dívidas incobráveis. A situação vai mudar a partir de 2009. Os consumidores vão partilhar este risco com a eléctrica. Em causa estão valores entre 0,2% a 0,3% da facturação total. Em 2007, foram 12,5 milhões de eurosEm 2009, a EDP vai partilhar os custos com consumidoresOs custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores. Hoje, é a EDP Serviço Universal que assume os encargos totais dessas dívidas. Mas a proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para o próximo período regulatório de 2009/11 prevê que os encargos com esses compromissos passem a ser partilhados com os consumidores de electricidade a partir do próximo ano, nas tarifas de electricidade.
http://dn.sapo.pt/2008/06/15/economia/clientes_pagar_dividas_incobraveis.html
Diário de NotíciasANA SUSPIRO
15.06.08
Electricidade. Até agora, EDP tinha de assumir a totalidade dos custos com as dívidas incobráveis. A situação vai mudar a partir de 2009. Os consumidores vão partilhar este risco com a eléctrica. Em causa estão valores entre 0,2% a 0,3% da facturação total. Em 2007, foram 12,5 milhões de eurosEm 2009, a EDP vai partilhar os custos com consumidoresOs custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores. Hoje, é a EDP Serviço Universal que assume os encargos totais dessas dívidas. Mas a proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para o próximo período regulatório de 2009/11 prevê que os encargos com esses compromissos passem a ser partilhados com os consumidores de electricidade a partir do próximo ano, nas tarifas de electricidade.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Sérias Verdades ditas a estupequificados "adultos" já surdos.
Descubra a conciência da criança que há em si e cresça, se ainda não o faz.
Estamos a tempo de saber o que é bom ou não para todos nós e trabalhar para isso.
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"Um patriota deve sempre estar pronto para defender seu país contra seu governo"--Edward Abbey (1927-1989), escritor e ambientalista americano.