terça-feira, 14 de agosto de 2012

A descrença não pode desculpar a inacção

"A descrença não pode desculpar a inacção.
O futuro tem isto de bom: o ser imprevisível.
Todos devemos, pois, arriscar a nossa acção, certos de que socialmente cumpriremos um dever e que individualmente a luta será para nós como um processo de autoterapêutica.
Unamo-nos, pois, para fazer ao nosso país esta dádiva inestimável – uma alma que o ressuscite, e que o faça grande, não grande das passadas glórias, mas grande da dignidade dum povo que quer ser livre e que merece ser livre”.

Raul Proença, Manifesto da Renascença Portuguesa, 1911

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Os custos da Republica Portuguesa



Monarquia Espanhola versus Presidência da República Portuguesa.
Um escândalo para a nossa Pátria e por aqui caminharão sempre os portugueses, de mal para pior, até renovarem outra vez o regime.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Juiz Carlos Alexandre:- patriota.

 ...."a verdade fala sempre mais forte!" Refere este Senhor Doutor Juiz, na sua terra, em Mação.

terça-feira, 13 de março de 2012

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Democracia em partidocracia versus Corrupção, em Portugal e na UE.


simples recolha de Um Patriota
em 8-12-2011, perante recentes abordagens.

“Não houve combate à corrupção em Portugal e que tudo indica que continuará a não haver.”

Essa mesma noção, de que a sua acção de combate e prevenção têm sido tão aleatória e sem eficácia, é a da opinião do deputado do PSD e presidente da comissão de Assuntos Constitucionais, Fernando Negrão, que ao avaliar um grupo de trabalho sobre o assunto constituído na Assembleia da República, que ele tinha sido integrado e que era presidido pelo socialista e advogado Vera Jardim, "pergunta “Para que serviu?". Isso sem que não deixasse de notar os vários propositados entraves e recuos lá encontrados.

Diz um ex-director da Policia Judiciária, José Braz, que organizações que se dedicam à prática de corrupção “controlam grupos e empresas que perseguem actividades perfeitamente lícitas, numa simbiose quase perfeita capaz de camuflar actividades ilícitas e sobretudo de branquear e de introduzir nos circuitos financeiros os elevados proventos obtidos de um crime que, afinal compensa”.

Segundo esti­ma­ti­vas apre­sen­tadas pela comis­sária europeia dos Assun­tos Inter­nos, Cecilia Mal­ström, a fraude e a cor­rupção cus­tam todos os anos 120 mil mil­hões de euros às econo­mias da União Europeia — uma cifra semel­hante à do orça­mento total de toda a UE. A nível global, estima-se que esse número atinja o bil­ião (mil­hão de mil­hão) de euros.
Além dos cus­tos económi­cos, a cor­rupção está asso­ci­ada ao crime orga­ni­zado e a redes de trá­fico de dro­gas ou de seres humanos. “A cor­rupção é uma doença. Corrói-nos por den­tro, destru­indo o tecido político, económico e social”, disse a comis­sária,

A coor­de­nadora do Depar­ta­mento de Inves­ti­gação e Acção Penal de Lis­boa e mem­bro da Direcção da TIAC (Transparência e Integridade Associação Cívica), Maria José Mor­gado, tem como as piores práticas de corrupção sido feitas através do, des­perdí­cios de din­heiro público e decisões ques­tionáveis por parte dos respon­sáveis políticos.

Luís de Sousa, pres­i­dente da TIAC, aponta a falta de von­tade política e a ambigu­idade dos pro­gra­mas par­tidários no que toca a um com­bate efec­tivo à corrupção. Assim como se refere que há pessoas que entram na política apenas para se instalarem em cargos de governação para obterem dinheiro ilícito à custa do dinheiro que circula na sua gestão e que os partidos os recebem bem e que não o deviam fazer.

Mas é o ex-ministro socialista Cravinho que lembra que a política é muitíssimo cara e que "O financiamento dos partidos foi agenciado por indivíduos que hoje são ricos."

Mais adverte que : “O grande problema é a corrupção de Estado por tráfico de influências. Há a ideia de que as decisões são tomadas em função de interesses. Isto mostra que há uma impossibilidade das instituições democráticas atacarem o problema”.

Considera mesmo que: “Há até uma protecção «pretoriana» para esses interesses por parte de uma rede colocada no aparelho de Estado, com participação dos partidários, que é pluripartidária, em que, a cada eleição, muda quem decide, mas a rede está lá”.

“Há um grupo de avençados, que são pagos em carreiras políticas e que até podem achar que não participam na rede de corrupção, que não se reconhecem como agentes e beneficiários, mas são-no”. Cravinho, acrescenta: “Depois, há os inocentes úteis, que não participam directamente, mas sem os quais o sistema não se aguenta. São os que dizem: ‘Não tenho provas, tragam provas.’”

No entanto é o próprio sistema judicial que a isso propícia e estará mal. Explica Cândida Almeida, responsável pelo DCIAP, que, além dos magistrados investigadores deste grave crime serem insuficientes, "Se falamos de corrupção do ponto de vista sociológico temos muita, há fraude fiscal, abuso de poder, peculato, administração danosa e participação danosa em negócio, tráfico de influências", mas isso, frisa, "não é a figura penal própria de corrupção".

“A corrupção no nosso país gerou pobreza, desigualdade e destruiu o mercado.” afirma Maria José Morgado, então “Perante malefícios tão grandes é estranho que tenhamos uma legislação e um código de processo penal tão altamente potenciador de manobras dilatórias, onde quase só é condenado quem quiser ou quem deixar e apenas se a defesa utilizar até às últimas consequências os seus recursos”.

O pior de tudo é que, ainda por cima, "Os banqueiros e executivos dos grandes conglomerados riem, quando vêem os políticos preocupados com mordomias como o uso de carro oficial, ganhos extras, obtenção de eletricidade gratuita ou descontos especiais em supermercados", diz Uwe Dolata o porta-voz da organização Transparência Internacional.
"Um patriota deve sempre estar pronto para defender seu país contra seu governo"
--Edward Abbey (1927-1989), escritor e ambientalista americano.

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todos pela liberdade - 11 de fev. de 2010

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